segunda-feira, 11 de março de 2013

Múmias de 4 mil anos tiveram problemas cardíacos, diz estudo

Fonte:Paraiba.com
Cientistas americanos realizaram tomografias computadorizadas em 137 múmias, em um dos maiores estudos já feitos sobre problemas cardíacos e vasculares em indivíduos mumificados. A pesquisa, publicada na renomada revista "The Lancet" nesta segunda-feira (11), aponta indícios de problemas do coração, arteriosclerose e artérias obstruídas em parte dos corpos analisados.
Cerca de um terço das múmias apresentou arteriosclerose, condição que se caracteriza pelo endurecimento das artérias e que causa ataques do coração e derrames em alguns casos, dizem os pesquisadores.
Mais de 50% das múmias são do Antigo Egito, sendo as demais de locais como o Peru e das Ilhas Aleutas, no Alasca, informa a agência Associated Press. As múmias datam de diferentes períodos, e algumas são de até 4 mil anos antes de Cristo, dizem os cientistas.
"Doenças do coração têm perseguido os humanos há mais de 4 mil anos por todo o mundo", disse Randall Thompson, um dos autores do estudo e cardiologista do Instituto do Coração Saint Luke's Mid America, em Kansas City, nos EUA.
As múmias com problemas cardíacos eram mais velhas na época de sua morte do que outras sem estas condições, segundo os pesquisadores. Não é possível afirmar que as doenças do coração foram as responsáveis pelas mortes, na maioria dos casos.
"Acho que é justo dizer que as pessoas deveriam se sentir menos culpadas por ter problemas cardíacos nos tempos atuais", disse Thompson. "É possível que seja exagerada a ideia de que um estilo de vida saudável pode eliminar completamente o risco [de ter problema cardíaco]."
A pesquisa publicada na revista "The Lancet" é a primeira a estudar problemas cardíacos em múmias de outros locais que não o Antigo Egito, e a maior realizada até hoje sobre o tema, segundo a Associated Press. Estudos anteriores já haviam apontado evidências de que egípcios mumificados apresentaram problemas no coração.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Emagrecer com beringela

A beringela é cada mais usada como meio de perder peso e emagrecer. Este alimento possui poucas calorias e propriedades que ajudam quem está de dieta. A beringela é um fruto de grande versatilidade gastronómica, pode ser cozida, assada, estufada, frita, grelhada e até ir ao microondas. A beringela é composta por diversos nutrientes importantes para a manutenção da saúde como magnésio, zinco, potássio, cálcio, vitaminas B1, B2 e C, nutrientes que contribuem para o bem-estar geral do seu corpo.

Benefícios da beringel
  • Ajuda a eliminar e queimar a gordura corporal, possui uma substância chamada saponina, que impede o organismo de absorver a gordura;
  • Combate a celulite;
  • Anti-inflamatório;
  • Previne doenças;
  • Reduz os radicais livres que atacam as células;
  • Protege o organismo de doenças como o câncer.
  • É laxante natural;
  • Regula o intestino;
  • Melhora a digestão;
  • Ajuda a combater o colesterol ruim.

Como emagrecer com beringela

Existem várias receitas de sumos com beringela que ajudam a emagrecer, algumas pessoas não gostam do sabor deste fruto, por isso, uma das dicas é juntar sumo de limão, para além de tornar a bebida mais saborosa o limão aliado à beringela ajuda a perder bastante peso.

dieta da agua de berinjela viva mais

Receita de sumo de beringela com limão

Ingredientes:
  • 4 Beringelas médias
  • Gotas de limão
Preparação:
Corte as beringelas às fatias e coloque num recipiente com 1 litro de água no frigorífico de um dia para o outro.
Beba em jejum, junte algumas gotas de limão. Não deve juntar açúcar ou adoçantes. Para melhorar o sabor pode ainda juntar algumas folhas de hortelã ou mesmo umas raspas de gengibre fresco.
Deve beber este sumo ao longo do dia, de preferência antes das refeições. O sumo dá uma sensação de saciedade, diminui o apetite, reduz o do colesterol ruim. Mas não pense que o sumo por si só faz milagres, deve optar por dieta saudável e equilibrada e exercício físico, desta forma você pode perder até 5 quilos num mês.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Saúde lança ferramenta para agilizar atendimento de usuários do SUS

Portal de Saúde do Cidadão e o E-SUS Atenção Básica prometem melhorar qualidade do serviço público

Do R7
Agência Brasil Ministro da Saúde Alexandre Padilha lança Portal de Saúde do Cidadão e a plataforma E-SUS Atenção Básica para os municípios
O ministro da Saúde Alexandre Padilha lançou hoje (5) o Portal de Saúde do Cidadão (portal http://portaldocidadao.saude.gov.br) e o E-SUS Atenção Básica. A partir de agora, o usuário do SUS (Sistema Único de Saúde) poderá acessar as informações sobre o atendimento que recebeu na rede pública, como internações, atendimentos ambulatoriais de alta complexidade e cirurgias.
O usuário também poderá acrescentar informações importantes relacionadas à sua saúde, como doenças crônicas ou alergias, e anexar laudos de exames já realizados. O ministro também citou que a ferramenta permite que o cidadão possa se comunicar com o seu médico e inclusive receber orientações.
— Ao acessar estas informações, qualquer equipe de saúde em qualquer lugar do Brasil poderá traçar o diagnóstico e ofertar o tratamento mais adequado ao histórico do paciente.
Segundo Padilha, o portal também possibilitará consulta a todos os estabelecimentos que atendem pelo SUS e identificará pontos para retirada de medicamentos pelo programa Aqui Tem Farmácia Popular.
E-SUS
O software público E-SUS Atenção Básica (E-SUS AB) e uma ferramenta capaz de organizar a gestão do funcionamento das unidades básicas e que será ofertada gratuitamente a todos os municípios.
— O Ministério da Saúde desenvolveu um sistema para ajudar o prefeito a gerenciar melhor a Unidade Básica de Saúde, controlar o horário do médico, a agenda e manter as informações do prontuário do cidadão disponíveis aos profissionais de saúde. Assim, o médico vai saber quais doenças aquele paciente tem, quais tratamentos e exames já realizou e poderá prestar um atendimento de melhor qualidade.
Segundo o ministro, a ferramenta irá proporcionar economia aos municípios.
— Há municípios que chegaram a gastar até R$ 2 milhões para desenvolver um sistema próprio de informação. Agora, todos receberão de graça.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Homens que ajudam nas tarefas de casa fazem menos sexo, diz estudo

Quanto mais tempo homem dedica ao lar, menos relações tem com mulher.
Pesquisadores dos EUA e da Espanha entrevistaram 7002 pessoas.
Do:G1


Homem que ajuda nas tarefas domésticas faz menos sexo, diz estudo (Foto: Philip Lee Harvey/Cultura Creative/Arquivo AFP)
Homem que ajuda nas tarefas de casa faz menos sexo
(Foto: Philip Lee Harvey/Cultura Creative/Arquivo AFP)
Quanto mais tempo um homem casado dedica às tarefas domésticas, como cozinhar e lavar a louça, menos relações sexuais tem com sua mulher, segundo um estudo divulgado na edição de fevereiro da revista "American Sociological Review".
O contrário ocorre quando o marido se dedica ao jardim ou ao seu carro, segundo as conclusões dos pesquisadores do Instituto Juan March de Madri, na Espanha, e da Universidade de Washington, nos EUA.

Os autores se basearam nas respostas de 7002 entrevistados e buscaram destacar "a importância dos papéis tradicionalmente concedidos a cada um dos sexos" e sua influência na frequência das relações sexuais em um casamento heterossexual.
"Existe um tipo de cenário sexual bem definido para cada gênero, no qual a gestão segundo esse gênero é importante para o desenvolvimento do desejo sexual", afirma Sabino Kornrich, pesquisador do Instituto Juan March, que fez o estudo ao lado das sociólogas americanas Julie Brines e Katrina Leupp.
Mas as conclusões da pesquisa, segundo os cientistas, não deve levar os homens a deixar de ajudar na manutenção do lar.
"Recusar-se a participar das tarefas domésticas provoca conflitos no casal e insatisfação das esposas", diz Kornrich.

Sobe número de pessoas internadas com sintomas de pneumonia após tragédia

Cerca de 20 pessoas procuraram os serviços de saúde com cansaço e falta de ar

Da Agência Brasil

Subiu para 143 o número de pessoas internadas em Santa Maria e Porto Alegre, vítimas do incêndio na Boate Kiss, na madrugada do último domingo (26). São cerca de 20 pessoas a mais que procuraram os serviços de saúde porque estiveram na casa noturna no momento da tragédia e apresentaram sintomas como cansaço e falta de ar, típicos da pneumonite química que pode ocorrer até cinco dias depois do acidente. Essas pessoas estão internadas em observação e o quadro pode evoluir para a necessidade de respiração por aparelhos.


Os números foram divulgados pelo porta-voz da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS), Neio Pereira. Segundo ele, o número de pessoas em estado crítico, com risco de morte, permanece em 75. Eles estão dentro de um grupo de 82 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTIs), sendo que desses, 57 estão em Porto Alegre e 25 em Santa Maria. Não há previsão de novas transferências, hoje, de pacientes para a capital.


Segundo Pereira, há também a preocupação com os sintomas pós-trauma, que podem atingir as famílias à medida que o tempo da tragédia vai passando.


— O estresse causado pelo trauma muitas vezes demora de 48h a 72h para aparecer. As pessoas começam a entrar em depressão pelo luto, o que é normal. Pessoas que estavam lá dentro e saíram, familiares que começam a apresentar alguns sintomas.
Por isso, o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Santa Maria está atendendo, durante 24 horas, com equipes de psicólogos e psiquiatras, inclusive voluntários. As autoridades de saúde pedem que caso seja observada a necessidade de acompanhamento para pessoas que perderam parentes e amigos na tragédia, elas devem ser levadas ao Caps para atendimento.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Projeto de lei propõe terapia com animais em hospitais do SUS

Essa terapia consiste na utilização de animais como instrumentos facilitadores de abordagem e de estabelecimento de terapias de pacientes

terapia com animais
A medida poderá ajudar a reduzir o período de internação dos pacientes (FOTO: Divulgação)
Um projeto de lei propõe uma nova forma de terapia em hospitais públicos, usando animais. Essa terapia consiste na utilização de animais como instrumentos facilitadores de abordagem e de estabelecimento de terapias de pacientes.
Mas a Câmara de Deputados ainda está analisando o Projeto de Lei 4455/12, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS), que regulamenta o uso de Terapia Assistida por Animais (TAA) nos hospitais públicos e em outros cadastrados no Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta
Pela proposta, os hospitais do SUS deverão ter profissionais aptos a trabalhar com terapia assistida por animais. Para viabilizar o tratamento, o governo poderá celebrar convênios com hospitais veterinários e com organizações não governamentais que trabalham com animais.
Segundo Cherini, a terapia é reconhecida em diversos países como uma técnica útil para socialização de pessoas, psicoterapia e diminuição de ansiedade. Ele afirma, ainda, que a medida ajudará a reduzir o período de internação dos pacientes.
“Afagar um animal permite abrir um espaço potencial para expressar a criatividade e lidar com as emoções, o que denota a sua importância, principalmente nos processos de crise por hospitalização prolongada”, diz o deputado.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Exame Papanicolau poderia detectar câncer de ovário e de útero

Fonte:Terra
Em países onde o exame é realizado com ampla cobertura populacional, os casos desse tipo de tumor em estágio avançado chegaram a cair em mais de 70% (Arte: Valdo Virgo/ CB/ DA Press)

O exame de Papanicolau, um exame de rotina que as mulheres devem se submeter a cada um ou dois anos para detectar o câncer de cólon do útero, pode ajudar a identificar outros tipos de câncer, de acordo com uma pesquisa americana divulgada nesta semana. O novo exame utilizaria o fluido extraído do cólon do útero para examinar a presença de determinadas mutações específicas do câncer.
Desta forma, os cientistas esperam identificar o câncer de ovário e de útero, dois dos cânceres mais comuns e mortais que, até o momento, não eram detectados em um exame de rotina. No estudo piloto, o exame foi capaz de detectar com precisão 24 tipos de câncer de endométrio, com uma taxa de êxito de 100%, de acordo com os resultados publicados na quarta-feira na revista Science Translational Medicine.
O exame também encontrou nove dos 22 tipos de cânceres de ovário, uma taxa de sucesso de 41%, durante o estudo piloto. E, em nenhum caso, as mulheres saudáveis do grupo de controle foram diagnosticadas com câncer. Os cientistas advertiram, contudo, que o novo estudo deve ser testado em um grupo muito maior antes de ser colocado à disposição do público.
Mas consideram que o exame pode ser uma ferramenta poderosa na luta contra o câncer de ovário e câncer endometrial. O câncer de ovário provoca mais mortes do que qualquer outro câncer do sistema reprodutivo feminino, de acordo com a agência de saúde CDC, acrescentando que o tratamento é mais eficaz quando detectado em seus estágios iniciais.
O câncer de endométrio é o mais comumente diagnosticado, de acordo com o CDC, e também é melhor tratado quando diagnosticado precocemente. De acordo com especialistas, o preço do exame pode ser semelhante ao exame do vírus do papiloma humano (HPV), que custa nos Estados Unidos cerca de US$ 100.
A cada ano, cerca de 70 mil mulheres americanas são diagnosticadas com câncer de ovário ou câncer de endométrio, e cerca de um terço delas morre disso, indicaram os autores do estudo.